"Ao entrar no bazar da FEESP, o cidadão está sendo vigiado pois está sendo encarado não como um comprador, mas sim, como ladrão" afirmam funcionários do mezanino. Isso é crescimento espiritual?

Localizada na Rua Maria Paula, na Bela Vista, na cidade de São Paulo, a Federação Espírita mantem um bazar na Rua Maria Paulo, e a Casa Transitória, na região da Marginal do Tietê.
Ambos são recheados de suspeitas sobre os destinos das doações. Primeiramente, às doações passam por uma triagem onde as melhores doações: roupas, móveis, calçados, eletrodmésticos, discos vinil, Cd's e DVD's e livros por exemplo ficam com gente da própria entidade ou amigos muito próximos que são donos de lojinhas ou brechós. Ou seja, não chegam aos frequentadores dos bazares da FEESP. Assim, aos frequentadores somente os produtos - os restos, são vendidos para os demais.
Como se tudo isso não fosse o bastante "todo mundo que entra aqui via de regra vem pra roubar", dizem os empregados do bazar da rua Maria Paula. Ou seja, toda pessoa que entra lá esta sob pré-julgamento. Estranho não? Um lugar onde as pessoas andam de narizes empinados, se achando o supra sumo da espiritualidade, agindo desta forma, é no mínimo, contraditório aos seus supostos crescimento humano-espiritual. Merece ser repensado seus dogmas espiritualistas.
O local é todo vigiado por câmeras e por guardas. a MELHOR SUGESTÃO seria puxar na câmera e abordar aqueles que, por ventura furte algo, e não colocar todo mundo sob suspeição, enquanto eles mesmo não cumprem regras minímas. "Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço" este é o lema dos empregados \ colaboradores desta entidade que fatura milhões às custas do povo incauto, que doam seus pertences que estão sendo supostamente desviados no curso original.
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