Diretor de teatro e novelista Wolf Maya é condenado por injúria racial. Ele teria ofendido o técnico de iluminação, Denivaldo Pereira da Silva, durante uma peça encenada em 2000
Diretor Wolf Maya foi condenado a dois anos e dois meses de prisão pelo crime de injúria com conotação racial contra um técnico de iluminação que trabalhou em uma de suas peças. A sentença condenatória foi substituída pelo pagamento de 20 salários mínimos e trabalho comunitário.
O caso teria acontecido em 12 de agosto de 2000, quando o diretor teria ofendido Denivaldo Pereira da Silva ao chamá-lo de "preto fedorento que saiu do esgoto com mal de Parkinson". Segundo o técnico, o diretor teria ficado furioso ao ocorrer um erro ao iluminar um ator durante a peça.
Denivaldo Silva denunciou Maya, que entrou com uma ação na justiça por danos morais e pediu indenização alegando que a acusação prejudicou sua imagem. Maya, perdeu e foi condenado a pagar as custas processuais no valor de R$ 2 mil. O diretor negou a acusação de injúria racial e a defesa recorreu da sentença.

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